Abrigo no Brasil

Entrevistas com imigrantes alemãs

A professora de história Solange Pretti que trabalha no museu municipal entrevistou nesta terça-feira, 27 a pioneira Inge Rosenthal. Dona Inge recebeu com muita hospitalidade a equipe da Secretaria de Cultura em sua residência.

A visita faz parte de uma série de entrevistas encomendada pela Secretária de Cultura e turismo Maria Luiza Muller com pessoas que deram depoimentos à escritora Gudrum Fischer em seu livro “Abrigo no Brasil”.

No museu municipal pode-se encontrar fotos e transcrições das entrevistas. Esta iniciativa visa preservar a história dos imigrantes alemães que encontraram em Rolândia um abrigo seguro, longe da perseguição nazista.

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Turismo

Nos dias 9 e 10 de Abril aconteceu a VI Mostra das Regiões Turísticas do Paraná em Curitiba. O  evento reuniu centenas de expositores Nacionais e Internacionais.

Rolândia esteve presente, na foto da esquerda para a direita Nair Tartari presidente da (ADETUNORP) Agência de Desenvolvimento turístico do norte do Paraná, Angelita Ferreira Diretora de Cultura e Turismo de Rolândia e Iraci Aparecida Secretária da ADETUNORP e conselheira de Turismo de Rolândia.


Espetáculo Bonanza lota o nanuk

Quem deixou de ir assistir Bonanza na último dia 16 no Nanuk perdeu uma noite de muitas gargalhadas. O monólogo patrocinado pelo Sesc Paraná e apresentado pelo jovem ator Rodrigo Cassiano fez toda a platéia rir pelas orelhas. O espetáculo mostrou a infeliz aventura de um pistoleiro que é preso após roubar um banco em uma cidade do Texas. Sua fuga se torna uma surpreendente aventura cheia de confusões.

Se você não viu, calma, que você ainda ter muitas oportunidades para se divertir com a cultura de Rolandia.

Oficina

No sábado 17, 15 novos atores de Rolândia puderam vivenciar a experiência da linguagem teatral estudada por Rodrigo. Durante oito horas tiveram aula de técnicas criativas de palhaço, o que certamente acrescentará em suas trajetórias profissionais,


CORTEJO BAQUICO NA PRAÇA EM ROLÂNDIA

Diferente, estranho, curioso. Os comentários que se pode ouvir dos espectadores presentes na Praça Castelo Branco no ultimo sábado (10) sobre a peça “Cortejo Báquico” revelam o quanto o público rolandense não tinha contato com este tipo de espetáculo. Para quem nunca viu pode parecer estranho, mas mesmo assim é admirável por ser exatamente algo novo em suas vidas culturais. Para quem já conhece este mundo dramatúrgico, um excelente programa.

O fato é que pessoas de todas as idades e classes sociais pararam um pouquinho para ver o que faziam aquelas pessoas “estranhas” no meio da praça. Quem sabia do evento estava lá na hora marcada, e aqueles que foram pegos de surpresa passseando ou trabalhando se aproximaram ou mesmo de longe acompanharam atentos à encenação.

Sem entender direito o que diziam os atores o público acompanhou literalmente o cortejo que começou em um canto da praça seguiu para o espaço aberto perto da fonte- onde o texto proferido casava exatamente com o cenário “… o sol ainda está alto…”-e terminou sob a sombra da frondosa Seringueira.

Todos aplaudiram, mesmo aqueles que não entenderam nada, aplaudiram emocionados. Afinal, “arte não precisa entender, apenas sentir”.

Arte na praça, na rua no meio do povo. Uma forma de levar um universo desconhecido a quem nunca teve oportunidade. Mais um pioneirismo da Secretaria de Cultura e Turismo de Rolândia.


Maria Luiza entrevista a pioneira Susanne Behrend que  fugindo da guerra, encontrou “Abrigo em Rolândia” .

“Os nazistas tinham falado quando nós saimos da Alemanha que: Cuidado não conta nada que você viu aqui no campo de concentração pra lá fora, nosso braço é comprido! nós alcançamos vocês em qualquer canto deste mundo!” (Susanne Behrend)

PARTE 1

PARTE 2

PARTE 3


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Elias Andreato homenageia seu irmão Elifas dia 25 de Janeiro Teatro Nanuk


PLUFT – 0 FANTASMINHA  SE APRESENTA NO NORTE E NOROESTE DO PARANÁ.

EM ROLÂNDIA DIA 24 DE MARÇO

                                                                    Pluft – O Fantasminha. é uma obra que encanta, não só pela magia que passa mas pela sua essência. O espetáculo foi escolhido pela ACPT pela proximidade com o mundo infantil de lirismo e fantasia, onde é possível resolver todos os problemas sem a necessidade de artifícios nocivos, tendo conquistado seis prêmios em um ano de temporada.

Pluft é um fantasminha que tem medo de gente. Mas em determinado momento ele se une com uma criança para enfrentar o mundo. A trama aborda sentimentos humanos, tais como solidão, medo, coragem e alegria, destaca Wanderlei dos Anjos, diretor. A peça é dotada de bastante ação e movimento, realismo e expressão, imaginação e fantasia. Ela consegue compor um mundo imaginário numa trama especialmente confabulada para crianças e adultos. É um espetáculo sadio que auxilia as crianças a situarem-se no contexto em que vivem.

A simplicidade, a beleza, a autenticidade e a seriedade fazem com que ela seja adequada e própria à criança. Esta peça é infantil, mas não pueril, nem vulgar. A dosagem de bom gosto e imaginação não permite que se desvie para uma profundidade mais complexa (hermetismo), nem superficialidade (mediocridade), ambas impróprias ao texto infantil.

Nele se concentra um despertar e alerta para as novas gerações, provocando uma postura crítica e criadora que procura formar uma nova mentalidade, mais humanista e transformadora.

O Grupo

A ACPT Associação Centro de Pesquisa Teatral existe desde 1993, antes fora um Grupo de Teatro, que para se tornar mais representativo e consolidar a característica abrangente do teatro, como força motriz das mudanças na sociedade, tornou-se uma Associação no ano de 2001.

Nos trabalhos infantis a ACPT buscou a valorização dos laços familiares, dos conhecimentos herdados dos mais antigos, do amor e da amizade, como forma de consolidação do caráter. Transferindo para as crianças a experiência de que para haver crescimento é preciso enfrentar seus medos e viver pautado nos valores familiares.

Outros espetáculos da ASSOCIAÇÃO CENTRO DE PESQUISA TEATRAL (ACPT): JOÃO E MARIA (1999), UMA PROFESSORA MUITO MALUQUINHA (2004), O MENINO MALUQUINHO (2006) E O PEQUENO PRÍNCIPE (2010).

SERVIÇO:

ESPETÁCULO: PLUFT – O FANTASMINHA (MARIA CLARA MACHADO)

DIA 10/03 – 20 H – TEATRO MUNICIPAL DE CAMPO MOURÃO (044-3523 7889).

DIA 11/03 – 20 H – CENTRO CULTURAL NANUK DE ROLÂNDIA (043 – 3906 1086)

DIA 12/03 – 20 H – CINE TEATRO Pe. JOSÉ ZANELLI DE IBIPORÃ (043 – 3178 0215

INGRESSOS: R$ 7.00 (ANTECIPADO OU NA HORA C/BÔNUS) E R$ 14.00 (NA HORA S/BÔNUS). – A VENDA NO LOCAL.

MAIS INFORMAÇÕES DA ACPT EM www.acpt.com.br ou 45 – 3038 9766 e 9961 2700 / 9912 3780 (Wanderlei dos Anjos ou Miriane Scussiatto).